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Segurança

06/06/2017  às 14hs30

Mais de 27,6 mil pessoas já foram afetadas pela chuva em SC

Chuva e mais chuva


Foto: Arcanjo 01/Bombeiros

Foto: Arcanjo 01/Bombeiros


As chuvas continuam causando estragos e prejuízos em Santa Catarina. Segundo balanço divulgado às 8h desta terça-feira, 6, pela Defesa Civil, mais de 27,6 mil pessoas foram afetadas pelos temporais em 88 municípios. No final da tarde da segunda-feira, 5, eram 10.127 pessoas. O número aumentou rapidamente na última madrugada não só pelo excesso de chuva, mas também porque o solo já está encharcado e os rios estão cheios.

O secretário adjunto da Defesa Civil, Fabiano de Souza, informou que a situação deve se complicar ainda mais pois a previsão é de chuva até quinta-feira, 8, em todas as regiões do estado, de acordo com dados do setor de meteorologia da Epagri/Ciram. “A Defesa Civil continua em alerta em todos os municípios. A prioridade, neste momento, é realizar o atendimento das pessoas afetadas. Além disso, mantemos um contato constante com as prefeituras e com as coordenadorias regionais de Defesa Civil para informar sobre a possibilidade de agravamento do cenário”, explicou.

De acordo com o secretário adjunto, na manhã desta terça-feira, Rio do Sul era a cidade mais crítica e possuía 21 abrigos ativados, o maior número do estado. Outro município que foi fortemente atingindo pelas chuvas foi Lages, que se encontra com sete abrigos ativados e 318 pessoas neste locais. “O número de desalojados, que são as pessoas que tiveram que ser transferidas para casa de parentes ou amigos, é ainda maior, já que a prioridade das pessoas é buscar auxílio junto aos mais próximos”, contou.

Sobre as barragens, Fabiano explicou que a prioridade para esta terça-feira é conseguir estabilizar o nível do reservatório da barragem de Taió para que seja possível manter a capacidade operacional com a chegada da chuva dos próximos dias. Uma comporta foi aberta nesta manhã.  “A abertura das outras seis comportas estará condicionada ao acompanhamento dos níveis dos rios das cidades que se encontram depois da estrutura. Não vamos deixar que as aberturas das comportas elevem demais o atual nível dos rios para a proteger a população destes municípios”, explicou.